Signo de Sagitário

Dos múltiplos caminhos que norteiam nossa vida; da variedade do mundo e a força que nos move a nele poder escolher, agir, ser: eis qual é o domicílio de Júpiter, o signo de Sagitário.

Antigamente, era dono do mundo o próprio Céu(Urano) a compartilhar o reino com Gaia(Terra). Mas, soía que o regente de Aquário considerava tudo neste chão avaro, muito pouco, e logo enviava o que brotava na Terra para o Tártaro neoento. Saturno, seu filho, o sucedeu, pois “Aquele más-ações fizera antes”, no que seguiu taciturno reinado. Júpiter é quem por fim subistitui Saturno, e reina sobre o mundo qu eonhecemos. Vê a Terra nem de modo firememente prático – como Saturno – nem tampouco foca apenas no sublime compreender – como Urano – vê antes as múltiplas possibilidades deste mundo, e envia-nos energia para que o conheçamos, criemos, façamos…

É o reino das grandes jornadas, das grandes aspirações; da força criativa de fonte que jorra em incompreensível abundñacia;- fonte de fogo. Centauro a correr valente, à quatro patas o farto galope e na mão só as flechas a mirar o distante: Assim, no extremo de ser para todos os lados, recebe est emundo a força que nele tudo pode percorrer, fazer, caminhar; as vibrações de Júpiter vem com alegria e generosidade inatas; contudo, é energia que necessita de um escape, de uma certa realização, ou podem acabar por resultar em ansiedade.

A criatividade expressiva, assim como coragem diversa e alegre, são dons de Júpiter. Ele nos prepara para Capricórnio/Saturno, o último planeta que lida diretamente com as coisas deste mundo e nos mostra como, sérios e práticos, devemos agir; antes dele vem Sagitário/Júpiter, que nos expande as trilhas e a mente – expandir, verbo condizente com o maior planeta do sistema solar.

Júpiter fica cerca de um ano em cada signo, e sua exaltação é em Câncer; mostra que nossa mai variada energia de animação é melhor aplicada não diretamente no mundo – este é o campo de Capricórnio, que ainda está por vir – mas em nossas próprias emoções. O rio de cada nossa lunática emoção a ebulir pelo fogo que é tudo chama, tudo mudança. Dom que vem do Olimpo – e é míster quando cai no coração.

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